Sexta, 30 de janeiro de 2026
No “Túnel do Tempo” e na solenidade de posse, como presidente da OAB-MG, nossa inspiração de hoje, Gustavo Chalfun, com a esposa Giza; as filhas Isabelle e Alice. Foto: Edy Fernandes
Vamos Continuar
Faz quase um ano, dia 12 de fevereiro de 2025, aqui mesmo, escrevemos: “Gustavo Chalfun, o presidente mais votado da história de 92 anos da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais, com impressionantes 37.755 votos, tomou posse, dia 6, em solenidade, na linda e moderna Sala Minas Gerais, bairro Barro Preto. Cerca de 1.500 pessoas teriam comparecido na cerimônia”.
Vamos Reformar
Agora, conversamos recente, longa e prazerosamente, com uma das autoridades mais poderosas e sensatas de Minas Gerais, o mesmo presidente, Gustavo Chalfun, que fez um gol de placa: precisamos da abertura de um diálogo profundo, sério e institucional envolvendo a sociedade sobre a reforma do Judiciário. “Yessssssssssssss”!
Reformar e aprimorar
Gustavo Chalfun destacou a posição adotada pelo Conselho Federal da OAB, por meio de seu presidente, Beto Simonetti, que externou a necessidade urgente de debater uma reestruturação do poder Judiciário. Simonetti defende medidas que englobem o aprimoramento da credibilidade, transparência e eficiência do sistema. Boa, Chalfun!
Aprimorar e melhorar
Na mesma linha, Chalfun decidiu constituir, em Minas, Comissão de Juristas Notáveis, com a mais que possível missão de elaborar propostas para o fortalecimento da cooperação no sistema de Justiça, que está atuando de forma independente e propositiva com vistas à melhoria da prestação jurisdicional, a redução da morosidade, a transparência e uma maior aproximação do Judiciário com a sociedade. Mandou bem, presidente!
Melhorar e respeitar
A iniciativa foi tomada, dia 11 de agosto do ano passado, data em que se comemora o Dia da Advocacia, e em breve apresentará o relatório com as proposições. Ao se posicionar sobre a reforma do Judiciário nas redes sociais da OAB-MG, Chalfun declarou: “o que defendemos é simples, mas inegociável: publicidade dos atos processuais, transparência, respeito aos limites constitucionais e responsabilidade”. Dá-lhe, Gustavo!
Respeitar e ser
“Independentemente de quem seja, ou do cargo que ocupe, em casos de abuso de poder, conflitos de interesse ou desvios de conduta, deve existir responsabilização. Sem exceções, sem privilégios. A reforma é ‘O’ caminho para a credibilidade, a imparcialidade e a confiança pública. O trabalho que está sendo feito pela Comissão de Juristas Notáveis é a contribuição para a defesa da Constituição, o fortalecimento da democracia e a legitimidade do sistema de justiça”. Dá-lhe, Chalfun!






