Sexta, 20 de março de 2026


O melhor "diretor da noite" Franklin Bethônico e a melhor "fotografada", Tereza Guimarães Paes. Foto: Edy Fernandes

Noite de Oscar

Como era esperado e garantido foi noite das mais agradáveis, a da cerimônia de entrega do Oscar, dia 15, na cobertura do amigo cinéfilo, Franklin Bethônico, Savassi. O anfitrião, como sempre, caprichou em tudo: na decoração, em dois telões, no cenário para fotos, no conforto dos seletos e elegantes convidados, nas bebidas, acepipes, jantar e claro, no atendimento, a começar pelos garçons.

Noite de Revanche

Interessante é que, mesmo patriotas, torcedores por um Brasil decente e gigante pela própria natureza, apenas uma “senhora” torcia para o indecente filme brasileiro e seu ator principal que, mesmo torrando os “tubos” de nosso pobre dinheiro, saíram de mãos vazias e repletos de inveja, este sentimento tão mesquinho e perdulário que hoje reina no Brasil. Todos os que haviam assistido ao filme, o classificaram como péssimo!

Noite dourada

Além do anfitrião e seu belo apartamento, os elogios também brindaram a própria cerimônia, em um belo palco, plateia com muitos ídolos, poucos números musicais e nenhuma enrolação, merecidas homenagens – principalmente aos saudosos Robert Redford Duvall, Diane Keaton e Robert Duvall – mulheres deslumbrantes em vestidos idem e claro, o principal: ver os verdadeiros talentos devidamente recompensados com a estatueta.


Na "Noite do Oscar", na cobertura de Franklin Bethônico, na Savassi, as melhores "atrizes", Dalva Camilo e Sônia Jacques. Foto: Edy Fernandes


E o Oscar de melhor "animação" foi para Eduardo e Letícia Nelson de Senna, com o anfitrião, Franklin Bethônico. Foto: Edy Fernandes

Noite brilhante

Outro detalhe interessante na entrega do Oscar, foi notado pela sempre estonteante Íris Chaves: os broches masculinos no telão e mesmo entre os convidados de Franklin. Dia seguinte, Íris Chaves até enviou-nos comentário de Mauren Motta, da MM Conteúdo, no Instagram: “durante décadas, a lapela do ‘smoking’ era quase território neutro. No máximo um lenço discreto. Mas algo mudou. Nesta edição da premiação, vários atores transformaram esse pequeno espaço em um ponto de expressão estética”. 

Brilhante e original

“Um detalhe mínimo que muda completamente a leitura de um traje formal. Essa tendência não nasceu no Oscar. Nos últimos anos ela ganhou força no estilo de celebridades como Lewis Hamilton e Bad Bunny, dois nomes que ajudaram a expandir os limites da moda masculina contemporânea. Eles passaram a usar broches como extensão de estilo pessoal”.

Original e criativo

“Misturando joias, peças ‘vintage’ e até pequenos objetos escultóricos na lapela. Aos poucos, o acessório saiu do território clássico e voltou a aparecer em editoriais de moda e tapetes vermelhos. Hoje existem três grandes estilos de broche masculino. O minimalista, feito de pequenos pins metálicos ou joias discretas que funcionam como um ponto de luz no terno”.


A estatueta de melhores irmãos foi para Franklin e Carmem Bethônico. Foto: Edy Fernandes


Irís Chaves e Marcel Valias, que levaram o Oscar de melhor "figurino". Foto: Edy Fernandes

Criativo e artístico

“O ‘vintage’ ou de herança, que resgata broches antigos, muitas vezes peças de família ou joias com pedras, trazendo uma estética quase aristocrática para o ‘look’. E o escultural, talvez o mais ousado, com flores, animais ou formas orgânicas que transformam a lapela em uma pequena peça de design. Nas passarelas essa tendência também apareceu com força”. 

Artístico e chique

“Casas como Prada, Dolce & Gabbana e Giorgio Armani incorporaram broches em ternos e casacos masculinos nas coleções recentes, reforçando a ideia de que o acessório virou um novo detalhe de personalidade do terno, peça que durante décadas foi tratada quase como um uniforme. E existe ainda uma camada extra nessa história”. 

Chique e útil

“Alguns broches vistos no Oscar não são apenas acessórios estéticos. São também símbolos de posicionamento. Pequenos pins usados para demonstrar apoio a causas sociais ou políticas. Ou seja, naquele pequeno espaço da lapela convivem hoje moda, identidade e ativismo. O broche voltou, e voltou muito mais interessante do que antes”.


O Oscar de melhores "atores" Ficou com Jajá Jácome e Luiz Guadalupe. Foto: Edy Fernandes


Chef Wellington Queiroz e Walter Navarro receberam as estatuetas de melhores "defeitos especiais". Foto: Edy Fernandes