Paulo Navarro | quinta-feira, 16 de agosto de 2018

O advogado e agora escritor Carlos Alberto Pimenta, que lança, no próximo dia 18, seu primeiro livro, o infantojuvenil “Brincando de Deus”

Foto: Carlos Alberto Pimenta/Divulgação

O Deus brincalhão 

Do poeta Vinicius de Moraes, em 1946: “...tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo. E para não ficar com as vastas mãos abanando, resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança”. E criou também estas terríveis maravilhas, a Terra e a Vida.

O Deus criador 

O advogado e agora escritor, Carlos Alberto “Caberto” Pimenta, concorda com Vinicius. Deus acordou em sua imensa solidão e resolveu criar a Terra, o pacote completo. Caberto, com humor, lança seu primeiro livro, infantojuvenil, com ilustrações de Mariana Tavares, “Brincando de Deus”; dia 18, das 9h às 12h, na Biblioteca Pública, Praça da Liberdade.


Buracos e crateras 

A Copasa e o avesso da gentileza urbana. Infelizmente voltamos a tratar dos absurdos buracos abertos pela Copasa e “tapados” por serviços terceirizados, sem monitoramento. Resultado: um trabalho porco e demorado. Adianta nem reclamar ao bispo! Por exemplo, uma das principais ruas da Vila da Serra/Nova Lima, a que dá acesso à Faculdade Milton Campos, Fiat e dezenas de escritórios importantes.

Buracos e incompetência 

A rua, com muito custo e via Univiva, foi recentemente recapeada, depois de anos sendo uma “colcha de retalhos”, um enorme e horrendo retalho. Na sequência, há 20 dias, esburacaram de novo e, mais uma vez, deixaram as cicatrizes. Isso em bairro chique, imagina na periferia.


Falta de absurdo 

Um dos sintomas da barbárie que grassa o mundo, em particular o Brasil, é a falta de respeito pelo outro. Recentemente, no (ex-)paraíso de Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, conhecemos o lado náutico da imbecilidade sobre rodas, infelizmente, tão comum nas cidades. Estamos falando daqueles seres que circulam pelas ruas com a pior música (sic) já feita no Brasil, como funk e pagode, no mais alto volume. Pois é, em Angra, esse tipo de comportamento absurdo atingiu barcos e lanchas.

Curtas & Finas

* Ainda sobre o “crime”, nas águas de Angra dos Reis, é claro exemplo da decadência dos costumes e cultura no Brasil.

* Música (sic) e letras (sic) da pior qualidade são típicas de um país sem educação ou muito mal educado.

* Não contentes em consumir tal baixaria, conseguem fazer pior; impor seu mau gosto, obrigar outras pessoas a ouvirem, no mínimo, o que não gostariam numa altura ensurdecedora. Triste trópico!

* Minas na Savassi, do Minas Tênis Clube, na avenida Getúlio Vargas, dia 19, com esporte, cultura, educação e lazer.

É o 3º Programa Minas na Rua, valorizando a interatividade entre as pessoas, a saúde, o bem-estar e a prática esportiva de qualidade.

O Minas na Savassi, das 9h às 14h, terá também gastronomia e entretenimento para todas as faixas etárias.

* A 99, empresa de mobilidade urbana, entra na lista de parceiros do festival Sarará + Sensacional.

A empresa apresenta uma surpresa de peso. No dia 18, a partir das 14h, na Esplanada do Mineirão, o show do cantor Tom Zé.

* Errata: na coluna da última terça-feira, sobre o Grupo Oncoclínicas – somente a divisão de Merchant Banking do Banco Goldman Sachs é seu sócio majoritário.