Barbara Dutra

Elegância, talento e beleza em versão mineira: Ana Magalhães, que no próximo ano, depois do carnaval, vai modelar em Nova York
Dublê de “olheiro”
Passando por Belo Horizonte, na esticada da festa da AngloGold Ashanti para o restaurante A Favorita, Amaury Jr. se (re)encantou. À cabeceira da mesa, o colega dividia a atenção entre duas beldades: a novata Ana Magalhães e a veterana Luiza Brunet, do alto de seus 30 anos de carreira. À coluna, revelou: “Sou apaixonadíssimo pela Luiza. Solteira, comigo por perto ela corre um risco danado”. Já à mineira, Amaury garantiu lugar no concurso de beleza Conrad Angels, que ele gravará em dezembro, no Conrad Resort & Casino de Punta Del Este.
O fim da picada
Amiga da coluna, balzaca e recém solteira, reclama que, em BH, o romantismo foi-se: “Em São Paulo, ainda tentam te conquistar, são cavalheiros. Aqui, o cara mal conversa; antes mesmo de te beijar, chama pro motel e ainda pede pra você levar uma amiga. Mas, deve ter ‘mercado’ pra eles”. Não por isso, o comportamento inspirou “A Cama na Varanda”, livro da psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, pregando o fim do amor romântico; realidade há uns 50 anos.
No fim, a picada
Regina Navarro Lins lançou o livro “A Cama na Rede - O que os brasileiros pensam sobre amor e sexo”: 77% dos homens e mulheres entrevistados gostariam de sexo a três e 95% esperam algo “muito além do jardim”. Para Regina o “ménage a trois”, no mínimo, acorda casais acomodados. Isso faz lembrar que o tesão mudou tanto que as revistas masculinas e canais pornôs da TV a cabo só mostram mulher com mulher, com duas mulheres ou mais e um sortudo. Bye-bye, “papai-mamãe”.
Tempo cruel
Do “figura” Marcos “Bodinho” Carneiro, entre chopes no bar Djalma, Lagoa Seca do Belvedere, lembrando pérola do saudoso Windsor Guimarães: “Não me apresente mais ninguém. Se for chato, não tenho tempo para perder; se for gente boa, não terei tempo de aproveitar”. Só mesmo Roberto Marinho parecia driblar essa sina. Por exemplo, ele recusou uma tartaruga – que vive mais de 100 anos – de presente com o argumento: “Quero não, depois a gente se apega ao bichinho e ele morre”.
Barbara Dutra

Os empreendedores Eduardo Gribel (Tenco Realty), Adriana Gribel (Batur), Helder Mendonça (MK) e Ricardo Baptista (Partage), a todo vapor na construção do Metropolitan Garden Shopping, em Betim, que deve ser inaugurado em 2012
Ai, que Narciso!
No recente lançamento de seu segundo livro, “Ai que absurdo!”, na Academia de Ideias, a “advogada, jornalista, escritora” e socialite carioca Narciza Tamborideguy – agora com Z, após consultar uma astróloga – contou algumas de suas histórias engraçadas, loucas e absurdas. Com seu perene “sorriso de gato de Alice”, soltou: “Só de pensar em não ter a vida (glamorosa) que tenho, fico nervosa, nem durmo” (...) “Na primeira classe do avião, tomo uma pílula pra dormir; na business, tomo duas; em outras, a caixa inteira”. Narciza planeja pelo menos mais dois livros, “Ai que delícia!” e “Ai que Batista!”.
Arco-íris sensual
De olho gordo e devasso no Natal, dois felizes gigantes fabricantes de lingerie espalham pesquisas sobre a preferência das mulheres na noite do réveillon. Um garante que 65% delas preferem calcinha na cor vermelho-pecado (paixão, amor, essas coisas de ficção científica). 25% querem a cor do dinheiro, amarelo; e em terceiro, o branco da paz, com 10%.
Arco-íris dental
O fabricante rival nas “caixas de pandora” inverte tudo, garantindo que as formosas musas vão na cor branca (40%), depois nas vermelhas (30%), nas amarelas (20%) e 10% na cor azul (prosperidade). Nas duas, um dado em comum e deveras convidativo: 50% delas querem o modelo fio dental na noite de passagem do ano, pra quem quiser cair de boca, perdão, dentes.
Sandra Guimarães Fotografia

Encanto revelado também por trás das câmeras: aqui, Sandra Guimarães é nossa modelo
Eternamente sexy
“É uma arma de sedução”, responde a fotógrafa Sandra Guimarães, quando perguntamos por que as mulheres procuram, cada vez mais, profissionais como ela. Uma de suas especialidades é o book sensual, “imagens eternas”, como ela diz. Seu trabalho é atemporal, em ensaios não temáticos, “à la Marilyn Monroe ou Jackie Kennedy, pois são fotografias que, daqui a anos, continuarão belas”, explica. Algumas vêm até de São Paulo e Brasília para serem clicadas por Sandra, em seu estúdio, em BH. E ficam tímidas? “Não depois de uma taça de champanhe”. A maioria faz para si mesma, apenas mostra ao namorado ou marido. Ah! As lentes de Sandra também registram as lingeries da grife Chris Gontijo.
A vingança sonora
Essa é boa para as festas de fim de ano, quando “o bicho pega”: depois de engolir duas nefastas madrugadas de “rave” vizinha, em Escarpas do Lago, “peça” de BH revidou. Na manhã seguinte, quando os festeiros dormiam, virou na direção deles potentes caixas de som com sambas da pior “catiguria”. A iniciativa teve apoio da vizinhança. Porém, Juninho Gontijo (Viação Gontijo), veterano na área e do alto de seus 58 anos ponderou: "Deixa a moçada extravasar alegria, caso contrário, isso aqui vira asilo!".
Barbara Dutra

2010 na Chicletes com Guaraná não poderia ser melhor: as donas do pedaço, Bárbara Maciel e Louise Cristine, emoldurando “a voz”, Ed Motta
Dr. Almeida & Mr. Gomes
O empresário José Flávio Almeida Gomes comentava com a coluna a respeito da deselegância que virou moda: “Mulheres lindas, bem vestidas, maquiadas e cheias de joias deveriam saber que nada mais cafona que tirar o salto no meio de uma festa e calçar sandálias Havaianas! O salto torneia as pernas, realça as panturrilhas e valoriza a silhueta”.
Dra. Lenice & Mrs. Bismarcker
A discussão foi parar no Facebook, com mulheres concordando em gênero, número e “degrau”, como a famosa chapeleira Lenice Bismarcker; para Flávio, “uma dama de bom gosto, referência em elegância”. Lenice lembra que, além da “breguice”, as sandálias aumentam os gastos de um casamento, quando a noiva oferece o “mimo”. Outras defendem que, depois de horas dançando e bebendo, o apuro pode ser substituído pelo conforto. Mas Flávio insiste: “Se o pezinho doeu; é hora de ir embora, não?”.
O pole position
No fim deste ano, de sinistra memória, quem agita o Réveillon Boutique 2011, em Jurerê Internacional, em Florianópolis – um dos mais badalados do país –, é o canadense Jeffrey Jah, promotor de eventos em Nova York e dono de cativeiros de celebridades como Lotus, The Double Seven, 1OAK e o novíssimo The Lambs Club. Foi ele quem encerrou, com festão, o GP de São Paulo, no club Kiss & Fly, na Villa Daslu. Jah também domina o Grammy, Oscar, Festival de Cannes e até o aniversário de Mick Jagger.
Paulo Navarro, com Walter Navarro e Sabrina Santos